Sal dos Himalaias: Será mais saudável?

Manias de Uma Dietista

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) a ingestão diária de sal não deve ultrapassar as 5g (o equivalente a uma colher de chá), sendo que o excesso de consumo de sal aumenta o risco de hipertensão arterial, doenças cardíacas e acidentes vasculares cerebrais.

 

O sal dos himalaias tem sido considerado uma alternativa mais saudável já que é um sal mais puro, livre de poluentes e toxinas.

Estima-se que contenha cerca de 84 minerais, incluindo potássio, cálcio, magnésio, zinco, ferro e selénio.

É devido à sua variedade de minerais que este sal tem uma cor caracteristica (rosa) e é considerado uma alternativa mais saudável, sendo descrito que o seu consumo:

  • Promove o equilibrio do ph
  • Melhora problemas respiratórios
  • Reduz os sinais de envelhecimento
  • Melhora a qualidade do sono
  • Regula a pressão arterial
  • Aumenta a líbido

 

Mas será que é mesmo assim? 

Apesar de conter vários minerais, a concentração é muito baixa, aliás é praticamente residual, sendo pouco provável obter benefícios significativos para a saúde através do seu consumo.

Além disso, o sal dos himalaias contém também minerais tóxicos como rádio, urânio, mercúrio.

Quanto ao teor de sódio é semelhante ao do sal refinado, portanto aqui também não traz nenhuma vantagem.

Talvez a única vantagem que eu veja seja pelo facto deste sal de cor rosa não ter adição de compostos, como o carbonato de cálcio ou o ferrocianeto de sódio. Quanto às alegações de saúde, não existem evidências cientificas de que o sal dos himalaias traz realmente benefícios, devendo ser consumido com moderação como qualquer tipo de sal.

 

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